Acabamos por esconder intenções que são vistas a olho nú. Sentamos-nos, falamos sobre o controlo que é costume ter. Os motivos e argumentos que nos levam a ceder. Aguentamos o choque. O que não mata, fortalece.
25.11.08
Tens o meu amor na tua mão, discreto, sereno, despido de atenção, na sombra. E da tua boca quero ouvir todos os nossos segredos, que insistem em não partir. Saudades de ti. De tudo o que tens para mim, mas nunca me atrevi a dizer o que senti. Saudades de ti. Dos beijos e abraços sem fim que apenas recebi quando adormeci sem ti.
12.11.08
4.11.08
30 segs (1ª impressão).
Queria mostrar-te, cada traço. O composto.
A pintura e não o esboço
De forma a poderes traçar
Um perfil que bata certo
Com as ideias que vais tendo
E as cores que vais usando
Numa tela ainda em branco.
E não me explico mais
Por saber que quase sempre alguém me entende MAL
Tenho segredos nos quais escondo sentimentos.
Da primeira impressão
Não cries os teus fundamentos
Por isso apago aquela parte
A impressão que não é arte
E espero que no fim disto tudo
Cries uma ideia de fundo
E não me explico mais
Por saber que quase sempre alguém me entende MAL
E será q me vês como sou?
A pintura e não o esboço
De forma a poderes traçar
Um perfil que bata certo
Com as ideias que vais tendo
E as cores que vais usando
Numa tela ainda em branco.
E não me explico mais
Por saber que quase sempre alguém me entende MAL
Tenho segredos nos quais escondo sentimentos.
Da primeira impressão
Não cries os teus fundamentos
Por isso apago aquela parte
A impressão que não é arte
E espero que no fim disto tudo
Cries uma ideia de fundo
E não me explico mais
Por saber que quase sempre alguém me entende MAL
E será q me vês como sou?

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